Histórias do Mãe de Deus – Clayton Moraes

Para muitos, é difícil aliar os valores que vêm de dentro com a missão que o seu local de trabalho carrega. Mas para o diretor de Operações do Hospital Mãe de Deus, Clayton Moraes, esse caso passa longe de ser verdade. Aqui, o enfermeiro formado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), se identificou com a missão das Irmãs Scalabrinianas: acolher as pessoas e desenvolver estratégias para resolver as suas necessidades de cuidado.

Sua trajetória de crescimento dentro do Hospital andou lado a lado com o amadurecimento da Instituição. Começou no Centro Cirúrgico, em 2006, e logo virou uma referência lá, por se envolver na liderança de processos críticos. Três anos depois, virou chefe do Centro Cirúrgico e, concomitantemente, iniciou uma especialização na área de Gestão, o que o levou a ser coordenador e, posteriormente, gerente do Serviço Cirúrgico do Hospital. Naturalmente, Clayton seguiu se qualificando – realizou um Mestrado em sua área de atuação – e, depois de passar ainda pela Gerência de Enfermagem, assumiu o cargo de diretor de Operações.

Durante os 17 anos de atuação do HMD, Clayton pôde participar e protagonizar, junto com outros colaboradores, de projetos e momentos importantes para a Instituição, como a primeira acreditação pela Joint Commission International (JCI), maior e mais antiga agência verificadora da qualidade e segurança em saúde do mundo, a ampliação da Unidade de Terapia Intensiva, a ampliação do Centro Cirúrgico, a inauguração das Emergências Cardioneuro e Cirúrgica.  Mas ele acredita que uma de suas principais entregas foi durante a pandemia, quando atuou para unir todas as áreas na formação de uma equipe uniforme.

Foi também na pandemia que Clayton viveu momentos muito difíceis: perdeu seus pais, em decorrênciada Covid-19. Seu irmão também foi gravemente acometido pela doença, mas foi salvo no Mãe: “Meu irmão passou por todo percurso de paciente grave da pandemia. Ele foi para a UTI e eu falei para minha esposa: ele será intubado, estou vendo o mesmo caminho do Pai e da Mãe. Mas a UTI desse Hospital salvou ele, com um trabalho dedicado de todos e especialmente da fisioterapia, que não mediu esforços para que ele escapasse do tubo”, conta.

Para o futuro, o diretor acredita que, com 44 anos, o Mãe de Deus atingiu a maturidade e pode usar o aprendizado do passado para os desafios do futuro. “Quando temos 20 ou 30 anos, cometemos muitos erros e alguns acertos, devido a nossa imaturidade, e é necessário aprender com ambos. Precisamos pegar essa experiência e transformar em crescimento. Focar no cuidado dos nossos colaboradores, fortalecimento da relação com o Corpo Clínico, atualização da infraestrutura e tecnologia e manter o paciente no centro da estratégia são nossos principais desafios e nosso principal foco para o futuro”, comenta.

Clayton finaliza com uma lembrança que sintetiza seu carinho pelo Mãe de Deus. “Lembro até hoje da Irmã Jacira, então presidente do Hospital, que falou uma frase na minha integração que fez muito sentido e que digo sempre aos profissionais que passam a integrar nossa instituição: ‘Aqui vocês vão poder unir a missão da profissão de vocês, que é cuidar das pessoas, com uma missão dada por Deus que é se dedicar ao próximo’. Isso me marcou muito e é o que me faz levantar todo dia”, finaliza.

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