Dia Internacional da Trombose – uma vilã para ser combatida


Você sabia que uma em cada quatro pessoas no mundo morre por condições causadas por trombose? Segundo dados da Sociedade Internacional de Trombose e Hemostasia, estima-se que cerca de 180 mil novos casos de trombose venosa surgem no Brasil a cada ano.

Para marcar o Dia Internacional da Trombose, 13/10, iremos promover uma Live com nossos especialistas para falar sobre como prevenir a doença. O Hospital Mãe de Deus apoia esta causa, pois entende que a trombose, se não prevenida e tratada corretamente, pode causar sérios danos à saúde dos pacientes.

Live Dia Internacional da Trombose – uma vilã para ser combatida. 

Quando: 13/10, às 12h, ao vivo na página do HMD no Facebook e Instagram

Especialistas convidados:

  • Dr. Tito Vanelli, Hematologista do Corpo Clínico do Hospital Mãe de Deus. (CRM: 34286)
  • Dr. Euler Manenti, Cardiologista do Corpo Clínico do Hospital Mãe de Deus. (CRM: 11479) 

PERGUNTAS & RESPOSTAS SOBRE TROMBOSE E HEMORRAGIA

Você sabia?

A trombose é a formação de um coágulo sanguíneo em um vaso do nosso organismo. O vaso pode ser qualquer veia ou artéria como, por exemplo, em uma trombose venosa profunda (venosa) ou uma artéria coronária (arterial). O próprio coágulo é denominado trombo. Uma vez formado, um coágulo pode retardar ou bloquear o fluxo sanguíneo normal e até mesmo se soltar e viajar para outro órgão. Um coágulo que viaja pela circulação é chamado de embolia. A trombose é a patologia subjacente frequentemente evitável de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral tromboembólico e tromboembolismo venoso (TEV), os três principais serial killers cardiovasculares.

Como entender melhor?

A trombose é normalmente classificada de acordo com o local onde ocorre no nosso organismo. As duas classificações gerais de trombose são: venosa e arterial, dependendo se o coágulo se desenvolve na veia ou em uma artéria. A trombose venosa e arterial são variações de mecanismos patológicos semelhantes. Ambos são influenciados por fatores de risco adquiridos ou herdados. O tromboembolismo venoso ou TEV é uma condição na qual os coágulos sanguíneos se formam com mais frequência nas veias profundas da perna, conhecida como trombose venosa profunda ou TVP, e podem viajar na circulação e se alojar nos pulmões, conhecida como embolia pulmonar ou EP. Lembre-se desta equação simples: TVP + EP = TEV (uma combinação mortal).

Como saber se estou em grupo de risco para um evento trombótico Trombose venosa profunda ou embolia pulmonar?

Pesquisas sugerem que os TEVs (tromboembolismos venosos) costumam ser evitáveis, e as estratégias de prevenção baseadas em evidências científicas, podem impedir o desenvolvimento de coágulos em indivíduos “em risco”. Para identificar se um paciente está ’em risco’, os profissionais de saúde devem realizar uma avaliação de risco de TEV, que é uma ferramenta ou questionário que reúne informações sobre a idade do paciente, histórico médico, medicamentos e fatores específicos de estilo de vida, histórico de hospitalização recentes, condições de sua saúde, de doenças prévias ou coexistentes. As informações são então usadas para discernir o risco potencial de um paciente (por exemplo, risco alto, moderado ou baixo) de desenvolver coágulos sanguíneos nas pernas ou nos pulmões. Se você for internado em um hospital e não receber uma avaliação, seja proativo. Peça uma avaliação do seu risco para desenvolver uma trombose venosa e/ou embolia pulmonar (TEV).

Encaminhado ao hospital? Pense em TEV

O tromboembolismo venoso (TEV) é uma condição com risco de vida, porém evitável, que afeta milhões de pessoas em todo mundo. O TEV refere-se coletivamente à trombose venosa profunda (TVP) e embolia pulmonar (EP), nessa condição, um coágulo de sangue que ocorre em uma veia profunda, geralmente nos membros inferiores, solta-se e viaja alojando-se nos pulmões. A ocorrência de embolia pulmonar é uma condição que pode representar risco de vida. Até 60 por cento dos casos de TEV ocorrem durante ou após a hospitalização, tornando-se a principal causa de morte hospitalar evitável. Quando conduzido por um profissional de saúde, uma avaliação de risco de TEV pode avaliar o seu risco pessoal e promover a prevenção adequada.

SOBRE DOENÇAS HEMORRÁGICAS

Existem alguns sinais e sintomas que podem indicar doença da coagulação do sangue:

Petéquias: pequenos pontos ou manchinhas planas na pele, de cor avermelhada ou arroxeada que se parecem com “sardas”. Podem ocorrer em qualquer parte do corpo, sendo mais frequentes em abdômen e pernas. 

Equimoses e hematomas: manchas escuras e arroxeadas na pele que costumam ocorrer após pancadas ou coletas de sangue. São formados pelo sangue que extravasa de pequenos vasos sanguíneos e não apresentam riscos à saúde, pois, geralmente, são pequenos, restritos ao local do trauma. Porém no caso de hematomas que surgem espontaneamente em vários locais do corpo, sem que necessariamente tenha ocorrido um trauma na região, é recomendada avaliação médica, pois podem significar alteração das plaquetas ou fatores de coagulação do sangue. 

Sangramentos anormais ou persistentes: caso apresente algum desses sintomas, é recomendado buscar avaliação médica. Na consulta, poderão ser solicitados exames de sangue com o objetivo de avaliar a contagem e função das plaquetas, tempos de coagulação e demais exames especializados com objetivo de descobrir a causa dos sangramentos.

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