Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) o câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Na batalha contra a doença, estão disponíveis tratamentos como cirurgia, radiocirurgia, radioterapia, quimioterapia e imunoterapia. O tratamento depende do estado de saúde de cada paciente e do grau de progressão da doença,  chamado tecnicamente de estadiamento. Por isso, uma avaliação inicial minuciosa do paciente é fundamental.

Durante o estadiamento do câncer de pulmão uma das avaliações mais importantes é a dos linfododos - . Ela pode ser feita inicialmente por exames de imagem (tomografia de tórax e PET-CT). Conforme o resultado desses exames, uma biópsia pode se fazer necessária. A mediastinoscopia é o método mais utilizado para realização desta biópsia. Embora seja um procedimento cirúrgico de pequeno porte, envolve uma incisão cervical e, consequentemente, riscos cirúrgicos, mesmo que pequenos.

O ultrassom endobrônquico, ou mais conhecido por EBUS (abreviação de Endobronchial Ultrasound), surgiu como uma alternativa menos invasiva à mediastinoscopia. O EBUS dispensa a incisão cervical e consegue acessar um número maior de linfonodos, com um baixo índice de complicações. "Trata-se de uma endoscopia respiratória na qual o aparelho utilizado apresenta na sua ponta um probe de ultrassonografia. O ultrassom orienta a localização dos linfonodos a serem abordados. A biópsia é realizada através de uma punção utilizando uma agulha fina", explica o cirurgião torácico Dr. Frederico Krieger Martins.

Converse com seu médico, ele é o melhor profissional para orientá-lo sobre seu tratamento e indicação desse exame. Caso necessite, entre em contato com o fone (51) 3230.2507 e daremos mais informações sobre agendamento.