HOSPITAL MÃE DE DEUS RECEBE CREDENCIAMENTO PARA TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA

Após vistoria do Ministério da Saúde, o Hospital Mãe de Deus recebeu o credenciamento para realizar transplantes de medula óssea. “Após cumprirmos uma série de pré-requisitos quanto a estrutura física, serviços diagnósticos e equipe assistencial, o Hospital foi autorizado a iniciar o procedimento”, explica o diretor do Centro Integrado de Oncologia do Hospital Mãe de Deus, Leonardo Morelli. 

Segundo Dr. Marcelo Capra, do Serviço de Hematologia do Hospital, o programa inicia com a modalidade autóloga (onde o paciente é seu próprio doador), indicado principalmente em casos de tumores do sistema sanguíneo, como linfomas, mieloma múltiplo e alguns tipos de leucemia. Para este tipo de procedimento, Dr. Capra reforça a importância de uma equipe preparada e de uma infraestrutura adequada: “Em tratamentos complexos como o câncer, a equipe multiprofissional centrada no paciente é fundamental. Outra questão muito importante são as instalações: Emergência, Ambulatório, Centro de Diagnóstico por Imagem, Centro de Tratamento Intensivo e Laboratório são setores críticos para que tenhamos um nível de qualidade que permita realizar tratamentos complexos”, avalia o Dr. Capra.

Referência para tratamentos de alta complexidade

Para Morelli, o credenciamento reforça a referência do Centro Integrado de Oncologia para tratamentos de alta complexidade: “Alinhado à nossa missão de ampliação de acesso à saúde privada, reforçamos a importância deste projeto para a AESC/Hospital Mãe de Deus, sociedade gaúcha e para a saúde da população como um todo. Com a incorporação do Transplante de Medula Óssea em nossa linha de cuidado reafirmamos nosso posicionamento de sermos referência para tratamentos de alta complexidade”. 

Para a realização do transplante autólogo são necessárias duas etapas: 

A primeira etapa consiste em coletar células tronco sanguíneas do paciente, após estimulação da medula óssea com medicamentos. Tais células, que habitualmente permanecem na medula óssea (interior dos ossos), passam então a circular na corrente sanguínea, onde são coletadas através de uma máquina semelhante à de hemodiálise, sendo então armazenadas sob refrigeração.

Na segunda etapa, o paciente recebe a quimioterapia em altas doses, de modo a eliminar as células tumorais, o que, devido à dose, acaba por eliminar também as células tronco sanguíneas que permaneceram na medula. Na sequência, as células coletadas previamente são descongeladas e devolvidas na veia do paciente, e, ao circularem pelo organismo, retornam ao interior dos ossos, sendo então reestabelecida a produção de sangue.

Durante o período entre a reinfusão das células e o reinício da produção de células sanguíneas, o paciente permanece internado, recebendo cuidados intensivos, além de transfusões de sangue. “As infecções, dada à baixa imunidade, são frequentes e por isso todo o cuidado da equipe assistencial é fundamental”, explica o Dr. Capra.

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