AIDS é o foco durante o Dezembro Vermelho

Capaz de debilitar o organismo, deixando-o mais vulnerável ao surgimento de infecções e até neoplasias (tumores), a AIDS é uma doença que merece muita atenção para a realização de um tratamento adequado e, principalmente, para a sua prevenção. Por isso, o Dezembro Vermelho busca conscientizar sobre a importância de falar sobre esse tema, esclarecendo dúvidas e disseminando informações relevantes.

Por isso, o infectologista do Hospital Mãe de Deus Dr. Cézar Riche respondeu algumas das perguntas mais frequentes sobre o tópico.

Confira abaixo:

Qual a diferença entre AIDS e HIV?

AIDS ou SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Humana) é o nome dado para a doença caracterizada pela incapacidade do sistema imunológico de prevenir ou combater infecções. Ela ocorre quando existe infecção pelo HIV e o vírus tem tempo para se multiplicar e progredir, “fragilizando” o organismo do indivíduo.

O que o HIV causa no organismo?

O HIV se multiplica e destrói os linfócitos T-CD4+. Essas células são as responsáveis por identificar e sinalizar ao restante do sistema imune a presença de agentes infecciosos. Sem essa sinalização, o sistema imune não se manifesta contra estes agentes.

Como acontece a contaminação?

A transmissão ocorre pelo sangue ou secreções do indivíduo infectado. As formas de exposição podem ocorrer por relações sexuais desprotegidas, transmissão vertical (gestação, parto ou aleitamento), transfusão de hemoderivados, compartilhamento de seringas e acidentes com materiais biológicos ou perfuro-cortantes contaminados.

Quais são os principais sintomas?

Muitas pessoas não vão apresentar nenhum sinal ou sintoma durante muitos anos, o que não significa que o HIV tenha sido eliminado. Após algum tempo da manifestação da AIDS, as características mais comuns são febre constante, emagrecimento, suores noturnos e a ocorrência de infecções. As infecção agudas costumam causar febre, dor no corpo, linfonodopatia (gânglios inflamados) e cansaço.

Existe cura ou tratamento?

Apesar de já existirem relatos de pacientes que se curaram do HIV, com raros casos bem estudados, ainda não podemos afirmar que existe uma cura. O tratamento ocorre através de medicações, chamadas de antirretrovirais. Elas são capazes de controlar a infecção e impedir e até reverter a evolução para AIDS.

É possível viver bem com o HIV?

Sim, é possível viver com o HIV e ter uma rotina comum, desde que com o tratamento. As medicações são eficazes, seguras, simples de tomar e muito bem toleradas.

Como se prevenir?

As formas de transmissão são bem conhecidas, assim os caminhos da prevenção são:

  1. Usar preservativos nas relações sexuais. Os parceiros devem realizar a testagem antes da decisão de não usar mais preservativos.
  2. Ter cuidado com materiais cortantes, não compartilhando lâminas de barbear, navalhas, cortadores de cutículas ou similares.
  3. Evitar o compartilhamento de seringas.
  4. Certificar-se do uso de materiais descartáveis para transfusões de sangue, tatuagens, piercings ou outro procedimento estético.
  5. Prevenir a transmissão vertical. Para isso, é muito importante que a gestante e seu parceiro realizem a testagem para HIV.
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