APRESENTAÇÃO

O Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital Mãe de Deus realiza atendimentos em diversas áreas, como: diabetes e suas complicações, obesidade, avaliação pré e pós-operatória em cirurgia bariátrica, distúrbios endocrinológicos gestacionais, disfunção tireoidiana, nódulos e câncer de tireóide, neuroendocrinologia, entre outros.

Contando com uma equipe de profissionais especializados, oferece atendimento a pacientes internados e pacientes ambulatoriais.

DIFERENCIAIS

  • Atendimento especializado integrado com equipes de multiprofissionais, como a
  • Nutrição Clínica e Farmacologia Clínica
  • Protocolos assistenciais padronizados que garante um tratamento mais seguro
  • Equipe de sobreaviso 24 horas/dia, dando suporte às unidades de internação, CTI, pronto-atendimento e emergência
  • Consultorias e acompanhamento de pacientes internados

EQUIPE

Coordenadora Médica

  • Dra. Melissa Barcellos Azevedo

 Equipe

  • Dra. Cassiane Bonato
  • Dra. Denise Rovinski
  • Dra. Elisa Sfoggia Romagna
  • Dra. Gabriela Teló
  • Dra. Laura Fachin Greca
  • Farmacêutica Gabriela Berlanda

TRATAMENTOS

  • Controle da hiperglicemia hospitalar
  • Tratamento da obesidade
  • Tratamento ambulatorial de doenças endocrinológicas
  • Pré e pós-operatório de cirurgia bariátrica e outras cirúrgicas endócrinas

DICAS E CUIDADOS PARA A SAÚDE

  • O número de casos de diabetes tipo 2 (DM2) vem aumentando nas últimas décadas, em decorrência do aumento do sedentarismo. Pratique exercícios com frequência.

  • Manter uma boa alimentação, rica em cálcio; e exposição ao sol são alguns dos itens que podem garantir seus ossos por toda a vida. Deve- se evitar sol em excesso ou proteção exagerada; pouco leite na alimentação; alto consumo de refrigerantes; falta de exercícios físicos; consumo reduzido de frutas e legumes; abuso na ingestão de complexos vitamínicos.

  • Infecções ou problemas na circulação nos membros inferiores estão entre as complicações mais comuns em quem tem diabetes mal controlado. Calcula-se que metade dos pacientes com mais de 60 anos apresente o chamadopé diabético”. Uma doença que pode ser evitada. Tais alterações podem causar neuropatia; úlceras; infecções; isquemia ou trombose. Elas começam a ocorrer, em geral, quando as taxas de glicose permanecem altas durante muitos anos. Manter a taxa glicêmica sob controle e fazer exames regulares são fundamentais para evitar tais complicações. 

Perguntas Frequentes

Os sintomas mais comuns são: cansaço; intolerância ao frio; pequeno ganho de peso (apenas 2 a 4 kg); pele e cabelo secos; constipação; irregularidades menstruais.

A Síndrome Metabólica corresponde a um conjunto de doenças cuja base é a resistência insulínica. Pela dificuldade de ação da insulina, decorrem as manifestações que podem fazer parte da síndrome. Não existe um único critério aceito universalmente para definir a Síndrome. Os dois mais aceitos são os da Organização Mundial de Saúde (OMS) e os do National Cholesterol Education Program (NCEP) - americano. Porém o Brasil dispõe do seu Consenso Brasileiro sobre Síndrome Metabólica, documento referendado por diversas entidades médicas.

Segundo os critérios brasileiros, a Síndrome Metabólica ocorre quando estão presentes três dos cinco critérios abaixo:

- Obesidade central - circunferência da cintura superior a 88 cm na mulher e 102 cm no homem;
- Hipertensão Arterial - pressão arterial sistólica 130 e/ou pressão arterial diatólica 85 mmHg;
- Glicemia alterada (glicemia 110 mg/dl) ou diagnóstico de Diabetes;
- Triglicerídeos 150 mg/dl;
- HDL colesterol < 40 mg/dl em homens e < 50 mg/dl em mulheres

A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP ou PCOS, sigla em inglês) é uma doença endocrinológica caracterizada pelo aumento da produção de hormônios masculinos.

Para ser diagnosticada é preciso que a paciente apresente dois ou três sintomas combinados, e que seja excluída outra patologia. Além disso, o médico deve avaliar sua história clínica e realizar o exame físico. Os sintomas são: aumento do volume ovariano, ausência ou irregularidade da menstruação, ausência de ovulação, aumento de peso, aparecimento de acne, o crescimento de pelos em locais que a mulher normalmente não tem, queda de cabelo, resistência insulínica (RI) e problemas com a fertilidade.

Apesar da SOP ser causa da irregularidade menstrual em 85% das jovens, é um distúrbio que pode se manifestar de diversas formas. Além disso, a SOP está associada com o maior risco para o desenvolvimento de outras doenças como câncer de endométrio (tumor localizado na parede interna do útero), doença cardiovascular e diabetes.

O tratamento da SOP deve estar acoplado ao incentivo a uma dieta alimentar e a prática de atividade física, melhorando a resistência insulínica, a fertilidade, regula a ovulação e aumenta a sensibilidade à insulina.

A deficiência androgênica (diminuição da produção do hormônio masculino) está presente em cerca de 15% dos homens entre 50 e 60 anos, chegando a 50%, ou mais, dos homens com 80 anos. Durante o envelhecimento, ocorre uma diminuição lenta e gradual dos níveis de testosterona. Com isso podem surgir sintomas que indicam a necessidade de reposição hormonal em uma parcela dos homens.

Os principais sintomas que podem sugerir a reposição hormonal são: declínio do interesse sexual; dificuldade de ereção; falta de concentração e capacidade intelectual; perda de pelos; ganho de peso às custas de gordura; diminuição de massa e força muscular; irritabilidade e insônia; entre outros. Os sintomas não são específicos e podem ocorrer em outras condições, que não a deficiência de testosterona.

A Terapia de Reposição Hormonal Masculina deve ser indicada para todos os homens que apresentam os sintomas de queda hormonal e que não apresentem contraindicações para seu uso. Ela pode ser administrada através de gel, adesivos cutâneos ou injeções. Antes de recorrer à terapia, é necessário que o paciente comprove a queda na taxa de hormônios, através de exames laboratoriais, com acompanhamento médico.

Sistema de saúde Mãe de Deus

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